"No palco contemporâneo, o espetáculo em
cartaz é a vida. Os ingressos na bilheteria
dão direito a entrar na intimidade dos atores,
formar alteridades e idealizar heróis, mas a
platéia não está satisfeita e quer ela mesma
encenar o espetáculo. E na esquizofrenia de
ser ao mesmo tempo personagem e espectadora,
ela tenta ler o letreiro em néon que
anuncia o título da obra: realidade."
E essa é a realidade do povo brasileiro, não gosta do que os outros fazem, criticam, falam mal, xingam e tudo mais, pois acham que sabem fazer melhor que todos mas na hora H a perna treme, o coração dispara e até pra falar você começa gaguejar.
Esse é o "você" ou o "eu" verdadeiro, o "eu" que "você" não mostra pra ninguém, ou seria o "eu" que não mostro pra ninguém?
Mas mesmo "você" não sabendo se você é "você" mesmo, mas na hora do espetáculo lembrasse que no palco tem alguém, um "você" ou até um "eu" fazendo o melhor para "você" ou "eu" ter a melhor festa, melhor noite ou melhor show da sua vida.